sexta-feira, 3 de junho de 2016

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Maria Mãe da Misericórdia

Existe uma íntima relação entre Maria Santíssima, a Mãe de Jesus, o mistério da misericórdia divina e a prática da misericórdia.

Maria está desde a sua concepção envolta na misericórdia infinita do Pai, pelo Filho e no Espírito (preservada do pecado e do demónio), ao mesmo tempo em que o seu agir – antes e depois da sua Assunção – está assinalado pelo amor efectivo aos seres humanos (especialmente pelos pecadores e sofredores).

Oficialmente a Igreja Católica aprovou a 15.08.1986 o formulário da Missa Votiva “Santa Maria, Rainha e Mãe de Misericórdia”, importante marco para a história de sua veneração – sem nos esquecermos que a 30.11.1980 o Papa João Paulo II destacara na sua Encíclica Dives in misericórdia que Maria é a “pessoa que conhece mais a fundo o mistério da misericórdia divina” (n.9). Anos depois o Catecismo da Igreja Católica (1997) dirá que ao rezar na Ave Maria: “rogai por nós, pecadores”, estamos a recorrer à “Mãe da Misericórdia” (n.2677).

A invocação “Salve, Rainha de misericórdia” se encontra pela primeira vez com o Bispo Adhémar, de Le Puy (+1098); destaca a qualidade do olhar materno de Maria: “esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei”, e conclui com o sentido desta sua misericórdia: “ó clemente, ó piedosa, ó doce, Virgem Maria”.

Já o titulo “Mãe de Misericórdia” se crê que foi dado pela primeira vez a Maria por Santo Odão (+942), abade de Cluny. “Ego sum Matermisericordiae” (Eu sou a Mãe de Misericórdia), Maria lhe teria dito em sonho.

No mundo oriental podemos encontrar testemunhos ainda mais antigos. O padre oriental da Tiago de Sarug (+511), aplicou a Maria explicitamente o título de “Mãe de misericórdia” (Sermo de transitu), o que é por muitos considerado como sua primeira atribuição em absoluto. 

sábado, 26 de março de 2016

Cruz de Santo André

Um dos apóstolos de Cristo, André aceitou a sua “chamada” para servir Deus passionalmente, o que alterou profundamente o rumo da sua vida.

Nascido em Betsaida da Galileia, era pescador de profissão e irmão de Pedro, ao qual disse um dia: “Nós encontramos o Messias, que é o Cristo”.
Pouco tempo depois, deixou tudo para trás para seguir Jesus e ouvir a sua Palavra.

André estava presente no episódio da multiplicação dos pães, e quando Jesus falou na possibilidade de dar de comer a toda a multidão, disse: “Está aqui um menino que tem pães e dois peixes; mas que é isto para tanta gente?”

O apóstolo interveio novamente pouco tempo antes da crucificação de Cristo e, quando alguns gentios pediram a Filipe para ver Jesus, este foi consultar André e ambos falaram a Jesus sobre a intenção destes homens.

Pouco mais é conhecido do percurso deste santo.

De facto, não existem muitos mais dados sobre a vida deste santo durante os três anos em que seguiu Jesus.

Sabe-se que fez parte da Última Ceia, que presenciou a ressurreição a ascensão de Cristo e recebeu graças no primeiro Pentecostes.

Difundiu a Palavra cristã e tentou estabelecer a fé, e por estar ao “serviço” de Deus foi crucificado em Patras, a 30 de Novembro do ano 60.

Segundo a tradição, foi atado e não pregado à cruz para intensificar o seu sofrimento, tendo esta a forma transversal de X, daí o nome de Cruz de Santo André.

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Cristo de Malta

A famosa estátua subaquática de Jesus Cristo feita pelo escultor maltês Alfred Camilleri Cauchi foi colocada originalmente no fundo do mar Mediterrâneo, em Malta, próximo das Ilhas de São Paulo. 

A escultura foi feita em homenagem à primeira visita do Papa João Paulo II a Malta, em 1990.

Dez anos depois, a estátua de 13 toneladas foi retirada da água e mais uma vez desceu ao fundo do mar, mas desta vez num local chamado Qawra Point.

O novo local onde foi colocada a estátua é uma área de conservação marinha.






domingo, 13 de dezembro de 2015

Santa Luzia

Temos mais de uma Santa Luzia, mas a mais venerada é a Santa Luzia de Syracuse, Sicília, que é considerada a protectora dos olhos e da visão.

É uma das mais famosas mártires da igreja. Ela era de sangue nobre e os actos do seu martírio contam que ela sofreu os mais hediondos martírios inclusive os seguintes:

Como era virgem levaram-na para um prostíbulo sem ninguém lá, nem mesmo os mais fortes soldados conseguiram move-la ou não tiveram meios para possui-la. 

De volta à prisão, como ainda recusava a renunciar a sua fé, retiraram-lhe, com punhais, os seus dois olhos e no dia seguinte os olhos estavam no lugar e normais (Na liturgia da igreja ela é apresentada com uma pequena almofada na mão direita com os seu dois olhos).

Depois cobriram-na com uma espécie de resina e foi colocada numa grande fogueira e quando as chamas finalmente desapareceram, ela estava como antes, sem nenhum dano ou ferida. 

A comoção dos presente foi enorme, mas o prefeito ficou ainda com mais ódio e mandou cortarem a sua garganta com uma espada.

A sua festa é celebrada no dia 13 de Dezembro

Ela é mencionada na Primeira Prece Eucarística. 

As suas relíquias estão preservadas em Veneza e eram veneradas pelo Papa João XXIII, enquanto ele servia como Patriarca de Veneza, antes de ser eleito papa em 1958.


sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Catedral de Cristal - Califórnia - USA

O apóstolo São João no Apocalipse fala que numa visão, ele viu a glória de Deus tal como um "mar de vidro"... O mar de vidro demonstra a santidade de Deus, separado das suas criaturas... Não é nada mais nada menos que a manifestação da Glória de Deus!

Talvez tenha sido essa inspiração que motivou o reverendo Dr. Robert H. Schuller a decidir em construir a Catedral de Cristal, que seria a igreja que sediaria a sua congregação no Condado de Orange na Califórnia.

A Catedral de Cristal é uma mega-igreja cristã sediada na cidade de Garden Grove, no Condado de Orange, Califórnia.

O terreno da igreja foi doado pelo Reverendo e sua esposa Arvella... a Igreja da comunidade de Garden Grove foi fundada em 1955.

A igreja foi projectada pelo arquitecto mundialmente famoso Philip Johnson O edifício foi construído com 10.000 placas rectangulares de vidro e só foi concluído em 1990...

A Igreja também é conhecida pelo seu grandioso órgão composto de 280 series de tubos, este construído por Fratelli Ruffatti - é simplesmente um dos maiores órgãos do mundo. O instrumento incorpora o gran Aeolian-Skinner, órgão construído em 1962 para o Avery Fisher Hall de Nova Iorque.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Cruz Basca ou Lauburu

Lauburu ou Cruz basca é o nome que recebe em euskera a cruz suástica de braços curvilíneos que constitui o emblema representativo do País Basco. A sua origem europeia recua aos celtas que através das emigrações dos povos do Oriente para o Ocidente teriam herdado esse símbolo conhecidíssimo em todo o Oriente, particularmente na Índia onde o Hinduísmo e o Budismo faz profuso uso dele.

Foi assim que o lauburu entrou na tradição céltica dos primitivos bascos, mas também asturianos e galegos, chamando ao mesmo de tetrasquel pelos seus quatro braços curvilíneos circum-giratórios. Com efeito, o termo lauburu compõe-se das duas palavras bascas lau, “quatro”, e buru, “cabeça”, portanto, “quatro cabeças”, ou seja, quatro braços dirigidos às “cabeças” ou pontos cardeais do Mundo (Norte, Sul, Este e Oeste) num movimento contínuo. Quando no tempo do imperador Octávio Augusto os romanos invadiram e ocuparam a Bascónia ou País dos Bascos chamaram ao lauburu de labarum, e provém deste etimólogo a denominação popular da estrela cantábrica, de origem celta, chamada lábaro.

Esta suástica basca por seu movimento sinistrocêntrico (da direita para a esquerda) será antes uma sovástica, e se bem que a cultura esotérica hindu e budista desaprecie tal símbolo por representar o movimento oposto ao destrocêntrico (da esquerda para a direita) em que se move a Evolução geral de tudo e todos, ainda assim é representativa do Poder Temporal oposto complementar à Autoridade Espiritual representada pela suástica. Por essa razão a sovástica expressa sobretudo o movimento da Matéria que, por ser limitada, está sujeita à lei da transformação pelo fenómeno natural da Morte.

Esta, a Morte, é tradicionalmente representada pela Noite, a Lua, o astro nocturno predilecto dos povos ante-diluvianos ou atlantes que veio a ser regente astral do povo basco, vasco ou “adorador da vaca” que identificavam não como o planeta Vénus mas como a própria Lua cujas hastes do crescente associavam às do cornúpeto. Por este motivo, ainda hoje o País Basco é um grande produtor de gado bovino, herança de um passado longínquo onde se considerava a vaca animal sagrado, tal qual acontece na Índia. Se o basco é povo lunar, já o galego, adorador do galo, a ave do dia, é povo solar, enquanto o asturiano, astur ou assur é povo mercuriano, planeta de natureza andrógina ou bissexual que serve de permeio ao Sol e à Lua, representativos do masculino e do feminino como princípios activo e passivo de que ele, Mercúrio, é o neutro ou equilibrante. Por este motivo de inter-relação esotérica entre as três étnias ibéricas, é que a suástica faz parte da sua cultura espiritual.

Como as cores verde e vermelha da bandeira basca são as mesmas que a Tradição Iniciática dá às Energias Celeste e Terrestre chamadas no Oriente de Fohat eKundalini, será então a suástica expressiva do movimento universal dessa Energia dupla que ao animar a Matéria como electricidade e electromagnetismo vem a ser uma espécie de “incarnação” de Forças invisíveis que se tornam visíveis, alterando-se o movimento giratório dessa cruz celeste tornando-se na Terra sovástica. Por este motivo tornou-se símbolo da Morte, razão pela qual aparece em inúmeros monumentos funerários bascos. Já nas Astúrias e na Galiza (por exemplo, em Grullos, Quirós e Piornedo) ele também aparece, mas com menos frequência predominando asuástica, símbolo da Vida e do Sol. Utilizado como amuleto ou talismã pelos bascos, além das construções funerárias o lauburu também aparece gravado nos frontispícios das casas, para que o mal e a morte não invadam as mesmas. Nisto, é um signo esconjurador mágico de grande poder.

Apesar da sua grande antiguidade, o lauburu só aparece nas bandeiras e outras insígnias bascas desde o final do século XVI ou princípios do XVII. Modernamente é utilizado com profusão como símbolo da cultura basca, com carácter folclórico ou tradicional, e não necessariamente como emblema político, apesar do sentido excessivo que lhe foi imposto e lhe é absolutamente estranho atendendo às suas origens sagradas.


segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Pecado Mortal e Venial

Ao contrário do que muitos pensam, a origem do pecado de cada um não está fora, mas no nosso próprio coração. É algo de dentro para fora e não o contrário.

A raiz do pecado está na nossa livre vontade, nas nossas escolhas, atitudes e acções, segundo o ensinamento do próprio Cristo"é do coração que procedem as más inclinações, assassínios, adultérios, prostituições, roubos, falsos testemunhos e difamações. São estas as coisas que tornam o ser humano impuro". Mateus 15, 19-20 (Catecismo 1853).

A maldade presente no mundo não pode atingir-nos se nós não permitirmos, principalmente, se estivermos intimamente ligados a Deus. Mas, infelizmente, deixamo-nos levar pelo ritmo da vida, do meio social, das más influências e das modas que nos são impostos.

O pecado é uma falta contra a verdade, contra a razão (bom senso, juízo, prudência, moral, direito, justiça) e contra a consciência recta (capacidade de estabelecer julgamentos morais dos actos realizados).

Pecado é ofensa a Deus. É uma falta contra o amor verdadeiro para com Deus e para com o próximo. O pecado ergue-se contra o amor de Deus por nós e desvia-nos  d’Ele os nossos corações. Fere a natureza do homem e ofende a solidariedade humana (Catecismo 1849).

Pecado é a transgressão de um preceito religioso. Pecado é a auto-suficiência. Santo Agostinho diz que "o pecado é amor de si mesmo até ao desprezo de Deus".

Pode-se distinguir os pecados segundo os actos humanos, os mandamentos que eles contrariam e às virtudes a que se opõem. Podemos pecar por pensamentos, palavras, actos e omissões. Em relação à omissão, não praticamos um mal, mas deixamos de fazer o bem.

O pecado é classificado, segundo a sua gravidade, em venial e mortal.

Pecado venial (desculpável, perdoável) ainda deixa existir a força e a acção da caridade, do amor na nossa vida, mas ofende-os e fere. Ele enfraquece a graça de Deus em nós, mas não a destrói.

Os pecados veniais são faltas leves, perdoadas no Acto de Contrição, rezado durante a Santa Missa, desde que estejamos sinceramente arrependidos. Porém, a confissão regular dos nossos pecados veniais ajudam-nos a formar a consciência, a lutar contra as nossas más tendências, a deixar-nos curar por Cristo, a progredir na vida espiritual. Recebendo mais frequentemente o perdão dos pecados e o dom da misericórdia do Pai, somos levados a ser misericordiosos como ele (Catecismo 1458).

"O homem não pode, enquanto está na carne, evitar todos os pecados, pelo menos os pecados leves. Mas, esses pecados que chamamos leves, não os considerem insignificantes: se os considerar insignificantes ao pesá-los, treme ao contá-los. Um grande número de objectos leves faz uma grande massa; um grande número de gotas enche um rio. Qual é então a nossa esperança? Antes de tudo, a Confissão" (Santo Agostinho).

Já o pecado mortal destrói a caridade, destrói o amor no coração do homem por uma infracção grave á  lei de Deus; desvia o homem de Deus, preferindo um bem inferior, sem valor (Catecismo 1855). 

O pecado mortal é uma possibilidade radical da liberdade humana, como o próprio amor. O pecado mortal acarreta a perda da caridade, do amor e da privação da Graça Santificante, isto é, do estado de graça recebido no Baptismo. Se este estado não for recuperado mediante o arrependimento e o perdão de Deus, causa a exclusão do Reino de Cristo e a morte eterna no inferno, já que a nossa liberdade tem o poder de fazer opções para sempre, sem regresso (Catecismo 1861).

Para que um pecado seja mortal requerem-se três condições ao mesmo tempo: ser matéria grave, cometido com consciência e deliberadamente.
A matéria grave é baseada nos dez mandamentos: não mate, não cometa adultério, não levante falso testemunho, não roube, honre pai e mãe (Marcos 10, 19).

Requer pleno conhecimento e consentimento. Pressupõe o conhecimento do carácter pecaminoso do acto, da sua oposição à lei de Deus.
Envolve também um consentimento suficientemente deliberado (meditar no que se há-de fazer, reflectir, decidir) para ser uma escolha pessoal.
A ignorância pode diminuir ou até desculpar a imputabilidade de uma falta grave, mas supõe-se que ninguém ignora os princípios da lei moral, inscritos na consciência de todo ser humano.

Em todo o caso, Deus, na sua infinita misericórdia e amor, deixou-nos um caminho de volta.

Ele está sempre de portas abertas para aceitar as nossas sinceras desculpas, independentemente da falta que tenhamos cometido, desde que estejamos sinceramente arrependidos.

O Sacramento da Confissão ou Reconciliação devolve-nos a graça de estarmos novamente no coração de Deus.

Por isso, não deixe a sua confissão para amanhã.

Não tenha medo, receio ou vergonha de abrir-se a um sacerdote, um ungido de Deus.


sábado, 7 de novembro de 2015

10 Mandamentos do Bom Senso

1. Não se deixe seduzir pelos valores da cultura.

2. Não se apaixone pelo dinheiro e pelos bens terrenos.

3. Não empregue uma linguagem destrutiva.

4. Não julgue os outros.

5. Não deixe a raiva tomar posse de si.

6. Mantenha uma perspectiva positiva em relação à vida.

7. Valorize o que as pessoas têm de melhor.

8. Seja impecável na sua honestidade.

9. Ajude os necessitados.

10. Faça tudo com amor.


sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Cristo da Polónia

O Cristo Rei é uma estátua de Jesus Cristo em Świebodzin, Polónia, concluída a 6 de Novembro de 2010. É considerada como a mais alta estátua de Jesus no mundo.


A estátua tem 33 metros de altura e juntamente com o monte onde está instalada atinge os 52,5 metros. Pesa 440 toneladas e o projecto foi concebido e liderado pelo sacerdote aposentado polonês, Sylwester Zawadzki.

A estátua foi construída sobre um aterro de 16,5 metros de pedras e entulho, com uma altura de 33 metros, simbolizando a idade de Cristo, que morreu aos 33 anos. 



A Coroa tem 3,5 metros de diâmetro e 2 metros de altura, e é toda dourada. É 3 metros mais alta que a estátua do Cristo Redentor no Rio de Janeiro. 

A cabeça tem 4,5 metros de altura e pesa 15 toneladas. Cada mão tem 6 metros de comprimento e da distância entre as extremidades dos dedos é de 24 metros. A estátua é feita de fibra de vidro. 



Tal como o Cristo Redentor, a estátua de Swiebodzin, cidade de 40 mil habitantes, é completamente branca, tendo como única diferença uma coroa dourada de três metros de altura. 

Os últimos elementos da estátua - a cabeça e os braços - foram instalados com a ajuda de um enorme guindaste enviado especialmente ao local.

domingo, 1 de novembro de 2015

Cristo da Misericórdia

A imagem de Jesus da Divina Misericórdia é um dom de um valor inestimável. Foi o próprio Cristo que mandou pintá-la numa das aparições a Santa Faustina Kowalska, na Polónia. 

Na ocasião Ele ordenou:
“Pinta uma imagem de acordo com o desenho que estais a ver, com a legenda: ‘Jesus, eu confio em Vós’. Desejo que essa imagem seja venerada primeiramente na vossa capela e depois no mundo inteiro”. (47)

Santa Faustina registou todos os diálogos que teve com Jesus num Diário, que foi devidamente aprovado pela Igreja, por ocasião da beatificação e da canonização da santa, que foram realizadas pelo Papa João Paulo II. O número que está depois de cada citação corresponde a um tópico do Diário. Logo depois de mandar pintar a imagem, Jesus fez as seguintes promessas:

“Prometo que a alma que venerar esta imagem não perecerá. Prometo também, já aqui na terra, a vitória sobre os inimigos e, especialmente, na hora da morte. Eu mesmo o defenderei com a minha própria glória”. (48)

Jesus também pediu que essa imagem fosse venerada no mundo inteiro. A imagem é um presente de Jesus aos homens:

“Ofereço aos homens um vaso, com o qual devem vir buscar graças na fonte da misericórdia. O vaso é a Imagem com a inscrição: ‘Jesus, eu confio em Vós’ ”. (327)

A Festa da Divina Misericórdia ocorre no primeiro domingo depois da Páscoa.

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Potala - Tibete

O Palácio de Potala  ou Palácio de Buda, está situado a 3700 metros de altitude, na capital do Tibete, ocupa uma superfície de 36 hectares, tem 13 andares e 117 metros de altura, e na sua maior sala foram utilizados perto de seis mil quilos de ouro e mais de quatro mil de pérolas.


O Palácio de Potala  ou Palácio de Buda está localizado em Lassa, no Tibete, ocupado pela China em 1950. Foi a principal residência do Dalai Lama, até que o 14º Dalai Lama fugiu para Dharamsala, Índia, depois de uma revolta falhada, em 1959. Actualmente o palácio é um museu estadual da China. Recebeu o nome em referência ao Monte Potala, a morada de Cherenzig, ou Avalokiteshvara.

O Lugar foi usado para refúgio de meditação pelo Rei Songtsen Gampo, que construiu, em 637, o primeiro palácio como saudação à sua noiva, a Princesa Wen Cheng da Dinastia Tang da China. A construção do actual palácio começou em 1645, durante o reinado do quinto Dalai Lama, Lozang Gyatso. Em1648, o "Potrang Karpo" (Palácio Branco) foi concluído, e o Palácio de Potala passou a ser usado como palácio de Inverno pelo Dalai Lama a partir dessa época. O "Potrang Marpo" (Palácio Encarnado) foi acrescentado entre 1690 1694.

Construído a uma altitude de 3.700 m (12.100 pés), do lado da colina Marpo Ri, a Montanha Encarnada, no centro do Vale de Lassa, o Palácio de Potala, com as suas vastas muralhas interiores apenas quebradas nas partes superiores por filas rectas de muitas janelas, e os seus telhados planos em vários níveis, não é diferente de uma fortaleza na sua aparência. Na base Sul da rocha fica um grande espaço encerrado por muros e portões, com grandes pórticos no lado interior. Uma série de escadarias relativamente fáceis, quebradas por intervalos de subidas suaves, conduz ao topo da rocha. Toda a largura desta é ocupada pelo palácio.

A parte central deste grupo de edifícios ergue-se numa massa quadrangular, acima dos seus satélites, a uma grande altura, terminando em telhados dourados semelhantes aos do templo de Jokhang. Este membro central do Potala é chamado de "palácio encarnado" devido à sua cor, a qual o distingue do resto do conjunto. Este contém as principais galerias, capelas e santuários dos antigos Dalai Lamas. Nestas dependências existem muitas pinturas ricamente decoradas, com trabalhos de joalharia, entalhes e outros ornamentos.

O Palácio de Potala foi inscrito pela UNESCO no Património Mundial da Humanidade em 1994. Em 2000 e 2001, o Templo Jokhang e o Norbulingka foram acrescentados à lista como extensões do lugar classificado.

O Palácio de Potala é uma popular atracção turística, um lugar classificado pela UNESCO e foi nomeado pelo programa televisivo americano Good Morning América e pelo jornal USA Today como uma das Novas Sete Maravilhas.

Adicionalmente, o Templo Putuo Zongcheng chinês, construído entre 1767 e 1771, foi inspirado no Palácio de Potala.




O Palácio Branco é a parte do palácio onde se encontravam os aposentos de estar do Dalai Lama. O primeiro Palácio Branco foi construído durante a vida do quinto Dalai Lama, na década de 1650, sendo depois alargado para o seu tamanho actual pelo décimo terceiro Dalai Lama no início do século XX. O palácio foi usado para uso secular e continha os aposentos de estar, gabinetes, o seminário e a tipografia. Um pátio central pintado de amarelo, conhecido como"Deyangshar", separa os aposentos de habitação do Lama e dos seus monjes do Palácio Encarnado, o outro lado do Potala sagrado, o qual era totalmente devotado ao estudo religioso e à oração. Este contém as stupas de ouro — as tumbas de oito Dalai Lamas — a galeria de assembleia dos monjes, numerosas capelas, e bibliotecas para as importantes escrituras Budista, o Kangyur em 108 volumes e o Tengyur com 225. O edifício amarelo, ao lado do Palácio Branco no pátio entre os principais palácios, acolhe gigantescos estandartes adornados com símbolos sagrados que se ostentam ao longo da face Sul do Potala durante os festivais de Ano Novo.

O Palácio Encarnado é uma parte do Palácio de Potala totalmente devotado ao estudo religioso e oração budista. Consiste num esquema complicado com muitas galerias diferentes, capelas e bibliotecas em muitos níveis com um complexo grupo de pequenas galerias e passagens enroladas:

A galeria central principal do Palácio Encarnado é a Grande Galeria Oeste, a qual consiste em quatro grandes capelas que proclamam a glória e o poder do construtor do Potala, o quyinto Dalai Lama. A galeria é notável pelos seus refinados murais reminiscentes das miniaturas persas, representando eventos da vida do quinto Dalai Lama. A famosa cena da sua visita ao Imperador Shun Zhi em Pequim fica localizada na parede Este, do lado de fora da entrada. Tecidos especiais do Butão cobrem as numerosas colunas e pilastras da galeria.

A Capela do Santo fica do lado Norte da Grande Galeria Oeste do Palácio Encarnado.
Aí fica o santuário mais sagrado do Potala. Uma grande inscrição em azul e ouro por cima da porta foi escrita pelo Imperador Tongzhi da China, no século XIX, proclamando o Budismo como um Abençoado Campo de Fruta Maravilhosa. Esta capela, tal como a caverna Dharma por baixo dela, data do século XVII. Contém uma pequena estátua antiga, incrustada de jóias, de Avalokiteshvara e dois dos seus servidores. No andar abaixo existe uma baixa e escura passagem que conduz à Caverna Dharma, onde se acredita que Songsten Gampo estudava o Budismo. Na caverna sagrada existem imagens de Songsten Gampo, das suas esposas, do seu ministro chefe e de Sambhota, o estudante que desenvolveu a escrita tibetana, em companhia das suas muitas divindades.

A Capela Norte está centrada num Buda Sakyamuni coroado à esquerda e no quinto Dalai Lama à direita, sentados em magníficos tronos de ouro. As suas iguais alturas e auras partilhadas implicam igual estatuto. No extremo esquerdo da capela fica a sepultura stupa de ouro do décimo primeiro Dalai Lama, o qual morreu em criança, com filas de benignos Budas Médicos, que foram os curadores celestes. À direita da capela estão Avalokiteshvara e as suas encarnações históricas, incluindo Songsten Gampo e os primeiros quatro Dalai Lamas. Escrituras cobertas de seda entre as tampas de madeira, dão forma a uma biblioteca especializada numa sala que ramifica para fora da capela.

A Capela Sul centra-se em Padmasambhava, o mágico e santo indiano do século VIII. A sua consorte, Yeshe Tsogyal, uma oferta do Rei, está ajoelhada à sua esquerda, e a sua outra esposa, da sua terra nativa de Swat, está à sua direita. À sua esquerda, encontram-se oito das suas manifestações meditativas envoltas em gaze. À sua direita estão oito coléricas manifestações empunhamdo instrumentos de poderes mágicos para subjugar os demónios da fé Bon.

A Capela Este é dedicada a Tsong Khapa, fundador da tradição Gelug. A sua figura central está rodeada por lamas do Mosteiro Sakya que governou por um breve período o Tibete, e formou a sua própria tradição até ser convertido por Tsong Khapa. Outras estátuas estão expostas, feitas de vários materiais e exibindo expressões nobres.

A Capela oeste contém as cinco stupas douradas. A enorme stupa central contém o corpo mumificado do quinto Dalai Lama. Esta stupa foi construída em sândalo e está solidamente revestida de 3.727 kg. (8.200 lb) de ouro maciço e guarnecida com jóias semi-preciosas. Esta ergue-se ao longo de três andares, tendo quase 50 pés de altura. À esquerda fica a stupa fúnebre do décimo segundo Dalai Lama e à direita fica a do décimo Dalai Lama. As stupas de ambos os extremos contêm importantes escrituras.

A Primeira Galeria fica situada no piso acima da Capela Oeste, e possui várias janelas largas que iluminam e ventilam a Grande Galeria Oeste e às suas capelas abaixo. Entre as janelas, soberbos murais mostram a construção do Potala em detalhes refinados.

A Segunda Galeria dá acesso ao pavilhão central, o qual é usado pelos visitantes do palácio se refrescarem e comprarem lembranças.

A Terceira Galeria, além de refinados murais tem vários quartos escuros, que ramificam para fora, contendo enormes colecções de estátuas de bronze e figuras em miniatura feitas de cobre e ouro, valendo uma fortuna. A galeria do sétimo Dalai Lama fica no lado Sul e, do lado Este, uma entrada liga a secção com a Capela do Santo e o Deyangshar (pátio aberto) entre os dois palácios.

A sepultura do 13º Dalai Lama fica localizada a Oeste da Grande Galeria Oeste e só pode ser alcançada a partir de um piso superior e com a companhia de um monge ou de um guia do Potala. Construída em 1933, a gigantesca stupa contém jóias principescas e uma tonelada de ouro maciço. Tem 14 metros (46 pés) de altura. Entre as ofertas devocionais encontram-se presas de elefantes da Índia, leões e vasos de porcelana e um pagode feito com mais de 200.000 pérolas. Murais elaborados em estilos tibetanos tradicionais retratam eventos da vida do 13º Dalai Lama durante o início do século XX.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Santuário de Karnak – Egipto

Os sacerdotes atravessavam as grandes portas do templo, os pilonos, com a imagem do deus atrás de si, momento que os cidadãos, vindos de todo o país, aproveitavam para fazer os seus pedidos sob o sol ardente, junto ao azul do Nilo.

Karnak é um antigo recinto de templos egípcios localizado na margem leste do rio Nilo, em Tebas (hoje Luxor). Abrange mais de 100 hectares, uma área maior do que algumas cidades antigas.

sector central do local, que ocupa a maior quantidade de espaço, é dedicado a Amon-Ra, um deus  masculino associado a Tebas. A área ao redor do seu principal santuário era conhecida na antiguidade como "Ipet-Sun", que significa "o mais selecto dos lugares".

Ao sul da área central fica um pequeno recinto dedicado a sua esposa, a deusa Mut. No norte, há um outro recinto dedicado a Montu, o deus da guerra com cabeça de falcão. Além disso, para o leste, existe uma área - em grande parte destruído intencionalmente na antiguidade - dedicado a Aton, o disco solar.

A construção em Karnak começou há 4.000 anos atrás, e continuou até ao momento em que os romanos tomaram o controle do Egipto, há cerca de 2.000 anos atrás. Cada governante egípcio que trabalhou em Karnak deixou a sua marca própria de arquitectura. O projecto Digital Karnak da UCLA reconstruiu e modelou essas mudanças online. 

O seu modelo mostra um desconcertante conjunto de templos, capelas, entre muitos outros edifícios, que foram gradualmente construídos, demolidos e modificados ao longo de mais de 2.000 anos. Karnak teria provocado uma grande impressão nos visitantes antigos, para dizer o mínimo. "Os pilares e paredes do grande recinto foram pintados de branco com os relevos e inscrições em brilhantes cores semelhantes a jóias.

Os primeiros indícios certos de construção de Karnak apontam para o reinado de Wah-Ankh Intef II, um governante egípcio que viveu há mais de 4.000 anos atrás. A equipa da UCLA começa o seu modelo digital no reinado do rei Senwosret I (reinado 1971-1926 AC) e mostra um templo de pedra calcária, com um corte no meio, dedicado a Amon-Ra. Ele contém 12 pilares em frente as bases de que "foram adornados com estátuas do rei engajados na pose de Osíris [deus do submundo]", escreve a equipa. Esta reconstrução é um pouco hipotética já que tão pouco do templo permaneceu até hoje.

Karnak continuaria a ser um recinto modesto até ao Reino Novo, um período de tempo que decorreu entre aproximadamente 1550-1070 AC, quando o trabalho foi acelerado com muitos dos maiores edifícios a ser construídos. A partir do Novo Reino, e continuando durante os séculos seguintes, os governantes egípcios gradualmente criaram uma série de 10 "pilares" em Karnak. Essas torres foram ligadas umas ás outras através de uma rede de paredes. Eles eram frequentemente decorados com cenas que descreviam o governante que os construiu e muitos deles também tinham bandeiras coloridas.

Em Karnak os pilares começam perto do santuário principal e vão em duas direcções. Um conjunto de seis torres enfrentam o oeste em direcção ao rio Nilo e terminam numa entrada ladeada por uma avenida de esfinges pequenas. Outro conjunto de quatro torres de frente para o sul ao longo de uma rota da procissão usado para cerimónias.

De acordo com o projecto Digital da UCLA, o Salão Wadjet (cujo nome vem do estilo de colunas usadas) foi construído por Tutmés I (reinado 1504-1492 AC), perto do santuário principal, entre os postes de quarta e quinta. Ele mede cerca de 246 pés por 46 pés (75 metros por 14 metros) e foi usado para a coroação do rei e festival de jubileu (Heb-sed).

O festival heb sed tinha lugar 30 anos após um rei subir ao trono e repetia-se a cada três anos seguintes. "Durante o festival, o rei corria em torno de um tribunal heb-sed realizando proezas de força para demonstrar a sua capacidade para continuar a governar o Egipto", escreve o pesquisador Pat Remler no seu livro "A mitologia egípcia, de A a Z" (Chelsea House, 2010).

Hatshepsut foi uma mulher faraó do Egipto, que reinou entre cerca 1479-1458 AC. Em Karnak ela renovou o principal santuário, criando no seu lugar um "Palácio de Ma'at." Ela também criou uma capela feita de quartzito vermelho para segurar a casca portátil do deus (barco).

Quando o sucessor de Hatshepsut, Tutmés III, subiu ao trono, ele ordenou a destruição de imagens da mulher faraó e destruiu a sua capela de quartzito, substituindo-a por uma de sua autoria. O seu legado em Karnak não era destrutivo como ele ordenou a construção do Ahkmenu, uma estrutura de pilares construídos no lado leste do santuário central. Ele contém uma lista de reis egípcios que datam de antes das Grandes Pirâmides serem construídas.

Talvez o edifício mais fantástica em Karnak seja o "Grande Hall Hypostyle" construído apenas para o oeste do santuário principal. Construído por Seti (ou Sety) I, um rei que governou de 1290-1279 AC, abrange uma área grande o suficiente para acomodar toda a Notre Dame de Paris. O prédio é de cerca de 337 pés (103 metros) por 170 pés (52 metros). Os pesquisadores observam que há 134 colunas no total, tendo as 12 maiores 70 pés (21 metros) de altura e apoiam a parte central da estrutura. As outras 122 colunas têm cerca de 40 pés (12 metros) de altura. Pouco depois de ter sido construído, o salão tornou-se o provável cenário para cerimónias de coroação e heb-sed, substituindo o salão Wadjet nesta função.

Khonsu era o filho de Amon-Ra e da deusa Mut. Um templo dedicado a ele em Karnak foi construído, de forma adequada, colocada entre o principal santuário de Amon-Ra e o local de honra a Mut. Construído por Ramsés III, um rei que reinou 1186-1155 AC, o templo tem cerca de 230 pés (70 metros) por 88 pés (27 metros). As colunas medem cerca de 23 pés (7 metros) de altura. 

A construção continuou em Karnak periodicamente após o fim do Império Novo. O Rei Taharqa, que reinou há cerca de 2.700 anos atrás, fez parte de uma dinastia de governantes da Núbia (actual Sudão), que passou a controlar grande parte do Egipto. Ele estava interessado em Karnak "lago sagrado" e construiu o "edifício do lago" ao lado, um monumento em parte subterrâneo.

O último grande programa de construção em Karnak foi realizado por Nectanebo I, um rei da 30ª dinastia final do antigo Egipto. Ele reinou entre 380 e 362 AC. Depois da sua dinastia terminar, o Egipto seria governado por pessoas descendentes da Pérsia, Grécia e Roma. Nectanebo construiu um muro grande que cercou o local, juntamente com um templo adicional. Ele também começou a construção de um pilar novo em Karnak na entrada ocidental (embora ele não tenha sido capaz de  o terminar).

Os governantes de origem estrangeira que assumiram o controle do Egipto continuaram o trabalho em Karnak em algum grau. Ptolomeu IV (reinou entre 221-205 AC) criaria uma série de catacumbas rituais dedicadas a Osíris, deus do submundo. Após o Egipto caír sob o controle de Roma, em 30 AC, o trabalho em Karnak esgotou-se e o grande monumento tornou-se o magnífico local arqueológico que hoje conhecemos.

domingo, 27 de setembro de 2015

Aparições de Nossa Senhora



I. - Aparições - Revelações - Manifestações de Nossa Senhora Aprovadas por    Dioceses e/ou  pela Congregação para a Doutrina da Fé. Vaticano.

> Nossa Senhora das Graças
> Nossa Senhora de La Salete
> Nossa Senhora de Lurdes
> Nossa Senhora de Fátima
> Nossa Senhora do Carmo
> Nossa Senhora de Guadalupe
> Nossa Senhora de Aparecida
> Nossa Senhora de Caravaggio
> Nossa Senhora de Akita.
> Nossa Senhora em Herford
> Nossa Senhora em Calanda
> Nossa Senhora de Beauraing
> Nossa Senhora de Kibeho
> Nossa Senhora em Heede
> Nossa Senhora de Banneux
> Nossa Senhora do Coromoto
> Nossa Senhora em Cua.
> Nossa Senhora em Siracusa.
> Nossa Senhora de Pontmain
> Nossa Senhora em Pfaffenhafen.
> Nossa Senhora em Tré Fontane
> Nossa Senhora de Todos Os Povos.


II. Aparições - Revelações - Manifestações de Nossa Senhora Aprovadas por Papas, Cardeais, Bispos.
Ainda sem parecer final da Congregação para a Doutrina da Fé - Vaticano.

> Nossa Senhora em Naju  Com Milagre Eucarístico.  
> Nossa Senhora em Cuapa
> Nossa Senhora em Garabandal
> Nossa Senhora em Medjugorje.
> Nossa Senhora de Czestochowa.
> Nossa Senhora em Roma.
> Nossa Senhora em Napoles.
> Nossa Senhora em Montichiari.
> Nossa Senhora das Neves.
> Nossa Senhora em Corbie.
> Nossa Senhora em Canterbury
> Nossa Senhora em Luca.
> Nossa Senhora em Glatz
> Nossa Senhora em Vailankami
> Nossa Senhora em Verviers.
> Nossa Senhora em Citta Vecchia.
> Nossa Senhora em Mira
> Nossa Senhora de Knock
> Nossa Senhora em Caserta
> Nossa Senhora de Lichen.

III. - Aparições - Revelações - Manifestações De Nossa Senhora Reconhecidas por Seus Filhos Leigos e que se tornaram grandes centros de peregrinação.
Ainda Sem Parecer Final do Vaticano.

> Nossa Senhora do Pilar.
> Nossa Senhora em Lujan.
> Nossa Senhora em Bayside
> Nossa Senhora em Mantara
> Nossa Senhora em Kerizinen
> Nossa Senhora em Vicenza.
> Nossa Senhora em Lipa.
> Nossa Senhora em Thiene.
> Nossa Senhora em Puglia.
> Nossa Senhora de Loreto.
> Nossa Senhora em Savona.
> Nossa Senhora em Fiorano.
> Nossa Senhora em Ziteil.
> Nossa Senhora em La Vang.
> Nossa Senhora em Schio.
> Nossa Senhora em Necedah.
> Nossa Senhora em Bopfingen.
> Nossa Senhora em Kevelaer.
> Nossa Senhora em Boulogne.
> Nossa Senhora em Zeitoun
> Nossa Senhora em San Nicolas.
> Nossa Senhora em Montagnaga
> Nossa Senhora de Gunadala.
> Nossa Senhora em Valenciennes.
> Nossa Senhora em Nova Pompéia.
> Nossa Senhora em Boccadirio
> Nossa Senhora em Jerusalém
> Nossa Senhora em San Damiano
> Nossa Senhora em Tilly-Sur-Seulles
> Aparição De Nossa Senhora para Soldados na I Guerra Mundial

www.obradoespiritosanto.com

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